[📚] Leitura - Models p210: se fico confuso sobre de quem é a culpa, a culpa é minha.
✨ Resumo do Gemini 2.5 Pro
Capa do livro ‘Models’. ‘Models’ p211-213. A partir de agora, preciso viver com ‘a culpa é minha’ na ponta da língua.
- Original: http://blog.naver.com/hyeogikarp/223893844569
- Horário de publicação no Naver: 2025/06/09 22:30 KST
- Categoria original: Leitura
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Capa do livro ‘Models’



‘Models’ p211-213
A partir de agora, preciso viver com “a culpa é minha” na ponta da língua.
Pensar que praticamente tudo é “culpa minha” e assumir responsabilidade por todas as minhas experiências é justamente a “mentalidade mais honesta” que me permitirá retomar o controle da minha vida e superar a fuga de responsabilidade, o desespero e o medo profundamente enraizados dentro de mim.
“Se eu fico confuso sobre se eu estou errado ou se todas as outras pessoas estão erradas, e muito mais provável que eu esteja errado.”
“Quando o resultado não é bom, usamos estereótipos como meio de evitar responsabilidade. Essas desculpas nos prejudicam e bloqueiam oportunidades. Se culpamos os outros, não podemos aprender; se não aprendemos, não podemos crescer.”
“Transferir responsabilidade é outra forma de desespero, pois é priorizar os outros acima de si mesmo.”
Eram palavras que li no livro, óbvias até demais.
Por isso, no começo, li sem muita tensão, pensando: “isso provavelmente não se aplica a mim.”
Mas os exemplos que o livro trazia não pareciam tão estranhos assim.
Naquele instante, percebi.
Eu… culpei os outros e o ambiente muito mais do que imaginava…?
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“É por causa do TDAH adulto!” -> O resultado da consulta e do exame de ondas cerebrais disse que não era.
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“É por causa do transtorno bipolar!” -> O resultado da consulta e do exame de ondas cerebrais disse que não era.
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“Aquela mulher sumiu de repente enquanto estávamos ficando porque ela é evitativa!” -> Não dá para saber a verdade.
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“É porque o ambiente em que estou é assim!” -> Não era só por causa do ambiente.
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“Ah, por que aquele cara não ajuda e fica só olhando!” -> Eu é que tinha me jogado sozinho no território inimigo.
Na verdade, lembro que antes li a parte sobre “transferência de responsabilidade” meio cochilando e virando as páginas rápido, pensando: “isso não deve ser sobre mim.”
Depois de muito tempo, ao reler essa parte com atenção para escrever uma resenha no blog… levei uma pancada forte nos ossos, literalmente.
Sim, a verdade dói.
Mas sem essa dor que bate no osso, não dá para perceber nada.
A partir de agora, preciso viver com “a culpa é minha” na ponta da língua. Pensar que praticamente tudo é “culpa minha” e assumir responsabilidade por todas as minhas experiências é justamente a “mentalidade mais honesta” que me permitirá retomar o controle da minha vida e superar a fuga de responsabilidade, o desespero e o medo profundamente enraizados dentro de mim.
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